To be or not to be…

Parafraseando a talvez mais famosa expressão literária do universo, atribuída ao inglês William Shakespeare, “ser ou não ser, eis a questão”, dou meu pontapé a este novo blog depois de mais de dois meses de inatividade.

Realmente, não temos muitas escolhas a não ser escolher.

Você caro leitor, pode estar aí indagando dentro de si o porquê de ter afirmado isso.

A resposta veio de muitas tentativas e erros e, mais adiante, de debates de foro íntimo que não me permitia dar mais evasivas ou ficar ‘em cima do muro’.

A razão é simples como uma equação de 2° grau: todos os dias desde a hora que acordamos, temos uma vasta gama de opções sejam elas qual roupa vestir, qual sapato escolher, se vamos tomar café com açúcar ou adoçante, se vamos passar perfume ou não; enfim, somos obrigados a tomar decisões que afetam nosso dia a dia. Por quê? – pelo fato de termos escolhas a fazer por boa parte do dia até que esse se finda.

Um exemplo disso: um amigo me convida para um determinado estudo bíblico em uma igreja todas as quartas-feiras. Tenho algum tempo ou talvez nem isso para pensar se vou comparecer ou não; se decido, por exemplo, estudar com meu filho mais velho. Ou se vou caminhar, ou se vou fazer fisioterapia para o meu joelho machucado. Ou se não vou fazer nenhuma destas coisas e resolvo enrolar-me debaixo do cobertor.

Para todas as coisas na vida, desde as mais prosaicas até as mais elaboradas, simplesmente tenho que tomar decisões, fazer escolhas que podem afetar tanto positivamente quanto negativamente meu dia, meu mês, meu ano, minha vida!

Posso afirmar-lhes, categoricamente: hoje tenho menos dificuldades em tomar decisões, melhor dizendo, fazer escolhas.

Porque o tempo não pára para que desçamos para um coffee break. A escolha irá determinar o fluxo de nossas ações ao longo de nossa extraordinária jornada chamada vida!

É através de nossas escolhas que decidimos (nem sempre de forma mais eficaz) o destino que almejamos…

Resumindo a ópera, temos esta prerrogativa bela e contundente ao fazermos escolhas.

Eu espero fazer a melhor escolha para a minha vida, porque já errei demasiadamente.

E você?

Está disposto a fazer escolhas lúcidas que irão propiciar-lhe bem-aventuranças no futuro?

Espero que tenha elucidado algo pertinente e lhes ajudado a caminhar de forma mais leve, lúdica e solta.

O que acharam??

Mais uma vez, o meu muito obrigado!

3 comentários sobre “To be or not to be…

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